RUI MIGUEL TOVAR

A QUETZAL TEM O ORGULHO e a alegria de anunciar que o livro Viagens sem Bola, de Rui Miguel Tovar, acaba de ser distinguido com o Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga APE/C.M. Braga, atribuído por um júri coor-denado por José Manuel Mendes, constituído por Guilherme d’Oliveira Martins, Luísa Mellid-Franco e Paulo Moura. Viagens sem Bola foi publicado pela Quetzal em 2020, na cole-ção Terra Incognita.
«A obra de Rui Miguel Tovar representa uma perspetiva original em que a viagem surge co-mo uma procura do fenómeno atual que é o do desporto no mundo. Trata-se de compreen-der uma forma peculiar de caminhar, entendendo que o olhar do viajante não pode parte da viagem em si. O ritmo, a intensidade e a vida estão bem presentes», consta da acta do júri. «O Rui é um patife encantador, cheio de talento, génio, sensibilidade – e bons genes. Uma pessoa fica feliz. Como amigo do Rui e como seu editor», reage Francisco José Viegas, diretor edito-rial da Quetzal.
O valor monetário deste Grande Prémio é, para o autor distinguido, de € 12.500,00. A ceri-mónia de entrega será anunciada oportunamente.
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Os textos atingem a velocidade de um esférico a deslizar no relvado. Estonteantes, livres e soltos. É esta a marca de Rui Miguel Tovar na sua estreia na Terra Incognita, a coleção de litera-tura de viagem da Quetzal. Viagens sem Bola é uma divertida, iconoclasta, inesperada, culta e descontrolada viagem à volta do mundo do futebol mas, sobretudo, sobre tudo o resto. As cidades, a comida, as pessoas, a história de uma região ou o modo como se chega a certa aldeia. Viagens que não terminam, um ritmo que não tem outro igual.

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