
CENTRO DE CIÊNCIA VIVA DA FLORESTA CELEBRA hoje o 18.º aniversário, “atingiu a “maioridade” ainda que esteja já maduro na sua capacidade e diferenciação que tem realizado ao longo dos anos. Não posso deixar de agradecer e reconhecer, a quem lá atrás no tempo pensou e iniciou este projeto, nos executivos do tenente coronel Diamantino Ribeiro André e também na vice-presidente professora Filomena Lourenço, que posteriormente e com aposta sempre segura do engenheiro João Paulo Catarino abriu portas a 21 de julho de 2007. Este equipamento, e esta rede e projeto, só foi possível pela visão arrojada e disruptiva do então Ministro da Ciência e Tecnologia, professor Mariano Gago, que com a constituição do nosso principal parceiro a Ciência Viva –Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, se iniciou este caminho que vem desde 1996. Não posso também deixar de saudar e reconhecer todo o apoio, parceira e mentoria que a Ciência Viva tem traduzido ao longo do tempo na pessoa da sua presidente a Dr.ª Rosalia Vargas e sua equipa, bem como o outro nosso parceiro o Instituto Politécnico de Castelo Branco, através da Escola Superior Agraria e os seus docentes. Lembrar também todos os que trabalharam e trabalham no centro, os principais atores do sucesso deste caminho, desde o início com os professores Helena Fonseca, Lurdes Guterres e Vitor Bairrada e até aos dias de hoje com a Edite Fernandes, Sónia Tomé e Luis Cardoso, sempre acompanhados pelo nosso presidente da direção professor João Manso e nele agradeço a todos os elementos que fizeram e fazem parte dos órgãos sociais, assim como aos nossos professores destacados, aposta que os sucessivos governos têm feito através do Ministério da Educação e que importa que se mantenha.
Após 18 anos e superarmos os 300 mil visitantes com as várias valências, escola ciência viva, laboratório de vinhos, Bioaromas LIIS, programas de ocupação de tempos livres, múltiplos cafés de ciência…, iremos mais além, prova disso, é que hoje de forma simbólica lançamos a primeira pedra do novo espaço de A Cozinha é LIIS – Laboratório de Inovação e Integração Social e também será objeto de candidatura um novo edifício, que paredes meias com o Centro de Ciência Viva, traduzirá novas respostas e valências o “Forest Lab & Business Centre”. É tempo de celebração e projeção de futuro, como disse o professor Mariano Gago “ninguém sabe o suficiente para fazer tudo sozinho” continuamos o caminho em equipa.” João Lobo Presidente da Câmara do Município.


