HÍBRIDOS RENAULT E-TECH

FAMÍLIA DE HÍBRIDOS RENAULT E-TECH ESTÁ PRONTA!
A nova família de modelos híbridos da Renault já se encontra nos concessionários da marca para que a possa ir conhecer pessoalmente. as versões E-TECH passam a estar disponíveis com as gamas Clio, Captur e Mégane e prometem revolucionar o mundo dos híbridos.
Depois de anos a cimentar a sua presença no mercado com os automóveis elétricos, a Renault vira-se agora para o lado dos híbridos, levando consigo toda a experiência que conquistou na utilização de eletricidade para fazer mover os seus modelos. A marca francesa continua a ser uma das líderes do mercado nacional há já diversos anos e não é de estranhar que não queira absolutamente mais nada do que ser a primeira neste mundo também. Para isso, tem vindo a desenvolver um sistema híbrido de raiz já há alguns anos, explorando diversas soluções, em busca daquela que poderá ser a melhor para colocar no mercado. Os engenheiros da marca francesa começaram por explorar qual a motorização mais adequada para um sistema deste género, o que poderiam utilizar como caixa de velo- cidades, as mais variadas soluções para o sistema elétrico em termos de motores e baterias e, agora, passados estes anos, esta nova família de modelos já se encontra no concessionário da marca para que os possa ir conhecer pessoalmente e conduzi-los se assim o desejar. A Renault afirma que a nova família E-TECH não explora apenas o desempenho energético do seu sistema, mas também a melhor forma de fazer chegar cada um destes modelos a cada cliente, tudo isto através de uma gama de preços atrativa, sistemas de crédito mais adequados, mas também dos benefícios fiscais que cada um destes modelos continua a poder usufruir no nosso mercado.

SISTEMA E-TECH
A busca da Renault pelo sistema híbrido mais eficiente já teve início há alguns anos, sendo que o primeiro passo mais visível aconteceu no Salão de Paris de 2014 com o EOLAB Concept Car.Toda a experiência conquistada com os automóveis elétricos na última década era aqui combinada com um motor de combustão que permitia a este concept registar uma média de consumo de apenas um litro por cada 100 quilómetros percorridos. Mais uma vez, a experiência da marca na eletrificação ditava que o sistema se iniciava sempre em modo totalmente elétrico e que o prazer de condução nunca seria posto de parte, pelo que a maior aposta estaria numa autonomia considerável, com velocidades semelhantes às dos modelos que já conhecemos. A experiência conquistada no mundo da Fórmula 1 inspirou os engenheiros da marca francesa a criar uma caixa de velocidades multimodo sem embraiagem, com capacidade de regenerar uma boa quantidade de energia na travagem e aproveitá-la toda da melhor forma possível para carregar as baterias do sistema elétrico. A família de modelos E-TECH conta com duas opções distintas. A primeira é a que encontramos no Renault Clio e que se consegue carregar sozinha, justamente, através da travagem regenerativa, mas também de outros fatores como o próprio motor de combustão quando necessário.Segundo as informações disponibilizadas pela marca, consegue fazer com que, em ambiente urbano, o Clio circule cerca de 80% do tempo apenas com um motor elétrico ligado e que, por isso, consiga médias de consumo 40% inferiores às registadas por um motor de combustão equivalente nas mesmas deslocações. A segunda opção é a que está disponível com o Renault Captur e com o Mégane e que se diferencia pela capacidade de poder ser recarregada através da rede elétrica. Os valores indicados para esta solução rondam os 50 quilómetros de autonomia em modo puramente elétrico, com a possibilidade de alcançar os 135 km/h de velocidade máxima em alguns momentos, ou os 65 quilómetros de autonomia máxima, no caso de nunca abandonarmos os ambientes mais urbanos em que a velocidade é sempre muito mais reduzida. E é necessário referir que todos estes valores já são calculados segundo a mais recente norma WLTP que, normalmente, nos mostra valores mais comedidos. Comum a todos os modelos é a motorização a gasolina com 1,6 litros de capacidade, especificamente ajustada para fazer parte deste sistema híbrido. Conta com uma potência máxima de 91 cv e um binário máximo de 144 Nm, disponíveis a partir das 3200 rpm. Isto, se nos referirmos apenas ao motor de combustão, uma vez que a potência combinada do sistema é bastante diferente em ambos os casos. Outro dos elementos comuns aos dois sistemas é a nova caixa de velocidades multimodo sem embraiagem, com 15 combinações de funcionamento, quase como se nos fossem disponibilizadas 15 velocidades.
As baterias usadas no sistema híbrido também variam consoante a sua especificação. No caso do Clio, está presente uma unidade de 230V com uma capacidade de 1,2 kWh, mas no caso do Captur e do Mégane, com a integração do sistema plug-in, a bateria passa a ser uma unidade de 400V com 9,8 kWh de capacidade. No total, e em todo o desenvolvimento deste projeto, a Renault registou cerca de 150 novas patentes, devido ao elevado número de inovações e soluções que integra nesta sua nova família de modelos híbridos, que inicia agora a sua comercialização no mercado nacional, para já, com versões em três das suas gamas mais desejadas pelos clientes da marca.

GAMA CONHECIDA
Os modelos escolhidos para receber uma versão E-TECH na sua gama são mais do que conhecidos no mercado nacional. Tanto o Clio, como o Captur e o Mégane já contam com anos de experiência no mer- cado e com milhares de unidades comercializadas, pelo que são sobejamente conhecidos nas nossas estradas. O Clio dispensa qualquer tipo de apresentações, mas no caso da versão híbrida, a Renault optou por identificar a versão E-TECH com um novo logo no pilar central. Fora isso, apenas vai perceber que se trata de uma versão híbrida quando começar a descobrir as informações que lhe são disponibilizadas no painel de instrumentos e no enorme monitor tátil existente na consola central, que também inclui diversos modos de funcionamento e visualização específicos desta versão.
A motorização de 1,6 litros de que lhe falávamos há pouco, em conjunto com o sistema elétrico que inclui uma bateria de 1,2 kWh instalada junto do eixo traseiro, consegue gerar uma potência máxima combinada de 140 cv, um valor que deixa o pequeno Clio com prestações muito interessantes, ao mesmo tempo que também pode registar médias de consumo de fazer inveja a todas as outras versões da gama. Ainda no habitáculo, não estranhe se encontrar algumas semelhanças com o Zoe, uma vez que partilha alguns dos seus componentes com este modelo, mas do lado prático, o Clio híbrido continua a oferecer uma bagageira com 300 litros de capacidade e todos os argumentos que têm feito do modelo um sucesso de vendas nos últimos anos. Tanto o Captur como o Mégane já contam com o sistema híbrido mais evoluído, que inclui a possibilidade de carregar o sistema elétrico através da rede. Além do motor de 1,6 litros que faz parte desta nova família híbrida plug-in, o sistema elétrico de 400V com uma bateria de 9,8 kWh faz com que a potência combinada do sistema chegue aos 158 cv, o que se traduz em números bastante interessantes no capítulo das prestações.
Em termos de funcionamento prático do sistema, e além do mesmo logo que também encontramos no Clio, as versões híbridas plug-in do Captur e do Mégane distinguem-se dos restantes pela presença da tomada de carga existente do lado direito da carroçaria e que tem um código de cores que nos deixa perceber qual o modo de funcionamento em que o sistema se encontra. A luz azul indica que o sistema se encontra em carregamento e a luz verde informa que o carregamento da bateria está completo. Caso veja a luz laranja, isso quer dizer que o sistema se encontra em pausa por algum motivo que deverá estar indicado na instrumentação, e que se surgir a luz vermelha, isso apenas quer dizer que o carregamento não está a ser efetuado. O tempo de carregamento da versão híbrida plug-in numa tomada doméstica convencional ronda as três e cinco horas de carga. No que diz respeito a preços, já há alguns valores que podemos referir, apenas para ter uma ideia dos custos que estes modelos poderão ter num orçamento familiar. O novo Clio E-TECH, por exemplo, tem um valor base de 23.200 euros na versão com o nível de equipamento Intens, precisamente o mesmo que lhe custaria a opção diesel de 115 cv. Além deste nível de equipamento, o Clio E-TECH está também disponível nas versões RS Line, Exclusive e até na mais exclusiva INITIALE PARIS, com detalhes específicos e um ambiente muito mais cativante. Se a sua ideia estiver mais inclinada para o formato de SUV que tantas vendas tem registado, o Captur será a escolha mais indicada, e aqui, já com o sistema híbrido plug-in integrado, o valor base ronda os 33.590 euros da versão Exclusive, que já inclui um nível de equipamento bastante completo. No entanto, a par do que acontece com o Clio, também o Captur conta com níveis de equipamento ainda mais enriquecidos, estando a versão INITIALE PARIS no topo desta oferta. Por último, o Mégane E-TECH estará disponível apenas na versão Sports Tourer e chegará ao mercado um pouco mais tarde, pelo que ainda não existem valores disponíveis para esta opção. Mas se desejar conhecer os equipamentos e as configurações que já estão disponíveis para os novos híbridos da marca francesa, o melhor será mesmo passar pelo site oficial da marca e conhecer toda a oferta. Em termos de custos, é ainda necessário colocar na balança o facto de todos os automóveis híbridos beneficiarem de um incentivo direto de redução do ISV de 40% no momento da sua aquisição. No caso dos híbridos plug-in, o valor é ainda mais apelativo, uma vez que o incentivo direto chega aos 75%.Além disso, o valor do Imposto Único de Circulação também poderá ser consideravelmente mais baixo, uma vez que é calculado de acordo com as emissões de CO2 de cada modelo. Isto tudo, para clientes particulares. No caso de se tratar de uma empresa, os benefícios poderão ser ainda mais apelativos. Este é apenas o primeiro passo da marca francesa no que diz respeito à entrada em comercialização de versões híbridas no nosso mercado, mas não nos podemos esquecer que os planos da marca preveem ainda a chegada de oito modelos totalmente elétricos e 12 híbridos e híbridos plug-in até ao final de 2022, abrindo consideravelmente a sua oferta a muitos mais clientes.

 

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