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	<description>Ler é poder</description>
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		<title>ASSUNÇÃO CRISTAS</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 09:20:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Grande Entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[“TENHO A SORTE DE ESTAR A TRABALHAR NA ÁREA DA AGRICULTURA E DO SETOR AGROALIMENTAR, QUE ESTÁ FLORESCENTE” Assunção Cristas, a atual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"><a href="http://www.revistafrontline.com/grande-entrevista/assuncao-cristas/attachment/cristas-nova/" rel="attachment wp-att-9448 nofollow" class="broken_link"><img class="alignleft size-medium wp-image-9448" title="cristas nova" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/cristas-nova-300x172.jpg" alt="" width="300" height="172" /></a>“TENHO A SORTE DE ESTAR A TRABALHAR NA ÁREA DA AGRICULTURA E DO SETOR AGROALIMENTAR, QUE ESTÁ FLORESCENTE”</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: gray;">Assunção Cristas, a atual ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, licenciou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em 1997, e doutorou-se na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, em 2005, onde exerce a atividade docente. Antes de perceber que “o seu lugar era na política”, foi consultora na sociedade de advogados Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva e Associados. Vice-presidente do CDS-PP desde 2009, foi deputada à Assembleia da República na legislatura de 2009-2011, pelo distrito de Leiria, tendo sido reeleita em 2011. Assunção Cristas foi ainda membro da Comissão de Orçamento e Finanças e da Comissão de Agricultura, Desenvolvimento Regional e Pescas. Consciente das potencialidades do seu ministério, Assunção Cristas considera necessário que se continue a trilhar o caminho “de inovação, dinamismo, de trazer gente nova e bem preparada para a agricultura” e revela os números que marcam a diferença: “no ano passado, quando infelizmente o nosso país teve uma recessão de 3%, o setor agroalimentar cresceu 2,8%”. No que toca ao mar, a ministra anuncia que será feito um debate no Parlamento para apresentar a proposta de lei que o Governo aprovou de ordenamento e gestão do espaço marítimo. Portugal posiciona-se assim “na linha da frente sobre o enquadramento jurídico em matéria de mar”, conclui. Assunção Cristas termina a entrevista à FRONTLINE afirmando que o Governo tem ainda “muito para fazer”.</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Para si política é&#8230; </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">É serviço à comunidade, envolvimento naquilo que diz respeito a todos, essencialmente é contribuir para o bem comum.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Como nasceu o seu gosto pela política? </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Nasceu casualmente, por uma intervenção que sendo política não era partidária, na campanha do referendo do aborto, em 2007, e aí com um tema muito específico e com um enquadramento não partidário de ação da sociedade civil. Depois disso, surgiu o desafio lançado por Paulo Portas para me juntar ao CDS. Comecei por ficar à experiência, em estágio, para ver se gostava. Gostando daquilo que fiz logo no início, que teve muito a ver com um problema de fundo da sociedade portuguesa, um problema demográfico – tive de coordenar um relatório sobre essa matéria –, acabei por perceber que era aqui o meu lugar. Primeiro as causas, depois as políticas públicas e por fim uma política mais abrangente.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">De que forma a sua militância no CDS-PP contribuiu para a mulher e para a política que é hoje?<a href="http://www.revistafrontline.com/grande-entrevista/assuncao-cristas/attachment/entrevista2/" rel="attachment wp-att-9363 nofollow" class="broken_link"><img class="alignright size-medium wp-image-9363" title="ENTREVISTA2" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/ENTREVISTA2-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a></span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Não distingo muito as coisas, vim experimentar a política porque não sabia se gostava – como sabe os partidos têm muito má fama. A verdade é que gostei e gosto, e hoje tem muito a ver comigo. Estar no CDS faz muito sentido, tem a ver com a forma como eu me posiciono, do ponto de vista de princípios, e, no que toca ao olhar para as políticas públicas, como é que se tem um bom equilíbrio entre aquilo que é a liberdade das pessoas e do indivíduo e aquilo que são os vetores de uma comunidade. Vai havendo sempre um conhecimento e um crescimento recíproco, mas sinto-me muito bem aqui.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Fazem falta mais mulheres na política?</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Acho que fazem sempre mais falta. A nossa sociedade é composta por homens e mulheres, e se a política trata dos temas que interferem com a nossa vida e com as nossas escolhas e opções diárias, também faz sentido que tenha uma visão das mulheres. Não tendo eu muito esta visão clara de que homens e mulheres são muitíssimo diferentes, a verdade é que o olhar feminino e o masculino têm muitas vezes sensibilidades e características que são complementares e diversas, e acho que a política ganha com essa diversidade. Aliás, tal como acontece com as empresas, os estudos mostram isso mesmo, as coisas funcionam melhor quando as equipas são plurais em termos de idades, experiências, formações e também de género, naturalmente.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Desde o chumbo do Tribunal Constitucional que muito se tem falado de cortes na despesa pública. Onde é possível cortar? </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Esse é um tema muito difícil porque nos habituámos a ver um Estado crescer com muitas políticas, políticas públicas, na área social, e hoje somos confrontados com uma situação em que nos apercebemos de que não temos dinheiro suficiente para manter isso tudo. Porém, não somos só nós, isto passa-se um pouco por toda a Europa, que construiu uma zona de conforto que hoje é muito difícil de manter. Creio que há coisas que podemos e devemos fazer e que têm muito a ver com a dimensão do próprio Estado. Têm a ver, para as coisas serem consequentes, com uma reflexão sobre as próprias funções do Estado. Se quisermos manter tudo, por exemplo, manter o nível de envolvimento do Estado na vida das pessoas e das empresas que temos, hoje, é muito difícil. Temos de começar por desmontar isso, por simplificar muitas coisas, por retirar alguns aspetos. Estou a pensar, por exemplo, na esfera deste ministério, temos muitíssimos procedimentos administrativos que requerem pessoas, serviços&#8230; Como é que conseguimos ter menos gente a pesar nos nossos orçamentos? Esta é uma reflexão que penso que tem de ser feita, que pode ser feita setorialmente e que depois tem de ser feita, necessariamente, de forma transversal.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Essa reflexão já foi feita?</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Está a ser feita, estamos a trabalhar nessa matéria. Depois, habituámo-nos a fazer crescer o Estado em várias dimensões, e nessa área há também muito que se pode fazer. Aliás, este Governo tem feito esse trabalho, de perceber se precisamos de estar em todas essas dimensões&#8230; Se calhar não precisamos.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"><a href="http://www.revistafrontline.com/grande-entrevista/assuncao-cristas/attachment/entrevista3/" rel="attachment wp-att-9364 nofollow" class="broken_link"><img class="alignleft size-medium wp-image-9364" title="ENTREVISTA3" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/ENTREVISTA3-199x300.jpg" alt="" width="199" height="300" /></a>Mas ainda não cortámos no Estado&#8230;</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Temos estado a cortar. Posso dizer-lhe que, aqui no ministério, todos os anos há muita gente que sai, por aposentação, e essas pessoas não vão sendo substituídas, o que obriga a um esforço grande de reconfiguração dos próprios serviços, de procura de mecanismos de desmaterialização, de simplificação. <span> </span>O que ainda há, a meu ver, é uma grande necessidade de requalificar o Estado. Hoje, e até com os métodos de trabalho que temos ao nosso dispor, temos muitas funções no Estado que deixam de ser tão relevantes, temos menos espaço para trabalho menos qualificado e nem sempre é fácil qualificar esses recursos humanos para outro tipo de funções. Por outro lado, sentimos que temos falta de pessoas mais qualificadas. No fundo, um desafio que se coloca em muitas áreas do Estado e muitos ministérios é este, o de conseguir ter uma renovação dos próprios recursos humanos para termos menos gente, mas pessoas mais qualificadas para aquilo que precisamos de fazer.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">O que falhou na elaboração das medidas que foram reprovadas pelo Tribunal Constitucional?</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Eu penso que o Governo interpretou o acórdão do ano passado do Tribunal Constitucional, como muita gente interpretou, com a nossa necessidade de cumprir metas que se alicerçavam em cortes de despesa, por um lado, e aumento de receita, por outro. Tentou-se, pese embora a dificuldade que foi já este orçamento e em virtude também da decisão do Tribunal Constitucional do ano passado, conseguir manter uma linha de corte de despesa. E a verdade é que aquilo que observamos no acórdão do Tribunal Constitucional é que é possível aumentarmos receita. O aumento de impostos, até agora, não foi considerado como sendo excessivo ou como, de alguma forma, indo além daquilo que a própria Constituição admitiria, contudo, este corte na despesa, no caso, o corte de um subsídio de funcionários públicos, foi entendido pelo Tribunal Constitucional violador do princípio da igualdade. (&#8230;)</span></p>
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		<title>ADALBERTO CAMPOS FERNANDES</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 09:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[CONTRATUALIZAR EM SAÚDE   A crise económica e financeira tornou premente a necessidade de abrandar a taxa de crescimento da despesa, transformando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"><a href="http://www.revistafrontline.com/opiniao/adalberto-campos-fernandes-13/attachment/acf-4/" rel="attachment wp-att-9357 nofollow" class="broken_link"><img class="alignleft size-medium wp-image-9357" title="ACF" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/ACF-300x161.jpg" alt="" width="300" height="161" /></a>CONTRATUALIZAR EM SAÚDE</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">A crise económica e financeira tornou premente a necessidade de abrandar a taxa de crescimento da despesa, transformando o controlo dos gastos públicos num incontornável imperativo político. Este contexto, particularmente adverso, afetou gravemente a confiança dos cidadãos no sistema político, nomeadamente sobre a forma como este tem vindo a gerir os recursos financeiros postos à disposição pelos cidadãos contribuintes. A indispensável recuperação desta confiança requer a adoção de estratégias de compromisso baseadas num exercício de rigor e transparência. Esta questão ganha maior acuidade nos sistemas de proteção social pela sensibilidade ética que a utilização destes recursos representa perante os cidadãos. Uma das formas mais eficazes de garantir um adequado alinhamento, entre meios e resultados, consiste na definição clara de planos e programas, de curto e médio prazo, capazes de demonstrar, com clareza, a relação entre os recursos afetos e os objetivos definidos tendo em vista a eficácia máxima na concretização dos resultados. Um dos mecanismos fundamentais para garantir este equilíbrio tem sido a elaboração de contratos-programa, nalguns casos, plurianuais, procurando desse modo conciliar a indispensável responsabilização dos gestores com a efetividade dos resultados. No setor da Saúde, a contratualização tem vindo a desempenhar um importante papel na introdução de medidas e padrões de desempenho, estimulando a obtenção de resultados através de práticas inovadoras de gestão. O aprofundamento dos mecanismos de contratualização, no setor da Saúde, constitui uma importante oportunidade para reforçar o empreendedorismo na gestão pública, estimulando práticas de gestão mais flexíveis. Este processo pode favorecer a indispensável reforma do sistema de saúde, através do desenvolvimento de uma nova cultura de gestão capaz de fazer a síntese entre o controlo de custos e a indispensável salvaguarda das exigências de segurança clínica e de qualidade. Num contexto em que o Estado procura separar as condições de financiador e de prestador, ganha maior relevância o desenvolvimento de competências acrescidas ao nível da aquisição e da contratualização de bens e serviços, como também ao nível da fiscalização e da garantia do cumprimento dos diferentes tipos de contratos. A contratualização em saúde poderá contribuir para consolidar um novo modelo de relação entre o Estado financiador e as unidades públicas empresarializadas, representando, sobretudo, um papel decisivo na relação com as diferentes unidades em regime de parcerias público-privadas, as quais representam um desafio de grande exigência ao nível do acompanhamento, da monitorização e da gestão dos respetivos contratos.</span></p>
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		<title>RUI CALAFATE</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 09:10:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[O MUNDO ESTÁ CANSADO DOS POLÍTICOS, MAS QUE FALTA FAZ A POLÍTICA Em qualquer parte do mundo, todas as sondagens apontam uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"><a href="http://www.revistafrontline.com/opiniao/rui-calafate/attachment/calafate/" rel="attachment wp-att-9451 nofollow" class="broken_link"><img class="alignleft size-medium wp-image-9451" title="calafate" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/calafate-300x164.jpg" alt="" width="300" height="164" /></a>O MUNDO ESTÁ CANSADO DOS POLÍTICOS, MAS QUE FALTA FAZ A POLÍTICA</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Em qualquer parte do mundo, todas as sondagens apontam uma crescente desconfiança, um crescente descrédito, dos políticos. Dos políticos que só fizeram disso a sua vida, não têm currículo e que, cada vez mais, parecem todos iguais. A abstenção cresce, os sintomas de corrupção adensam-se e uma das atividades mais nobres para as sociedades, que é a política, degrada-se. É neste caldeirão de cansaço e desconfiança que, no passado, surgiram as lideranças providenciais que levaram ao fascismo e à ditadura. São tempos perigosos, portanto. Na Europa, todas as lideranças são ultra-impopulares. Mariano Rajoy, François Hollande, David Cameron, de Itália nem preciso de falar pois tornou-se um manicómio, têm todos em comum esse facto. E mesmo Angela Merkel que é a verdadeira líder do Velho Continente está impopular na sua terra e nos territórios onde manda, isto é, nos outros países. Por isso, em todo o mundo se fala da falta de grandes líderes. A comparação da gesta atual com os do passado é sinistra. Basta lembrar Ronald Reagan, Bill Clinton, Margaret Thatcher, Helmut Schmidt, Helmut Kohl, François Mitterrand, e facilmente se vê como os sucedâneos nunca superam os produtos originais. Sou de um tempo em que havia grandes líderes políticos, sou de um tempo em que se discutia política, sou de um tempo em que se tomavam opções, sou de um tempo em que havia esquerda e direita, sou de um tempo em que havia valores. Hoje, quase nada disto existe. Não há ideias, a esquerda e direita, a não ser os polos mais radicais, transformou-se em centro e tudo se resume ao primado dos amanuenses que se tornaram ministros das Finanças. São estas pessoas fixadas em números, que na sua vida toda nunca olharam para mais do que uma página de Excel, que ocupam a agenda mediática a falar de números, orçamentos, dívidas, crises. Esses grandes líderes de que falo sabiam que o primado é da política, porque a política serve para as pessoas, para melhorar a vida das pessoas, tomando decisões e não subvertendo e submetendo a sua ação às vontades e trejeitos dos senhores das Finanças. Para lá da falta de ideias, tem de haver o regresso da política. Sem ela estaremos sujeitos a todos os caprichos de indivíduos que não conhecem o país real e não têm a mínima ideia sobre a vida das pessoas. Em Portugal vivemos sob o espetro desta “ditadura” das Finanças. Pedro Passos Coelho, por muito boas intenções que tem, ainda não se conseguiu impor como um líder decisivo, e a sua equipa, com constantes mudanças, aparece como fraca aos olhos dos cidadãos. As suas opções são marcadas pelo eixo troika-Gaspar e tudo o resto eucaliptizou-se. A economia não existe, empresas continuam a fechar e o desemprego não para de crescer. As medidas impostas falharam, as previsões falharam, os objetivos falharam e ninguém compreende muito bem se os sacrifícios que todos estamos a fazer servem de alguma forma para aliviar o nosso futuro. Temo pelas gerações que virão. Não sei se terão esperança. Não sei se irão apenas ser uma geração de sobreviventes<span>  </span>sem capacidade de viver a vida como mereceriam. Portugal é hoje um pântano em que qualquer Cassandra não terá capacidade para enxergar os dias que virão. É uma incerteza constante, quase como a meteorologia que agora também torna o nosso país quase bipolar. Uns dias bonitos, poucos, e outros dias desagradáveis, a maior parte do ano. É assim também o ciclo de notícias: as boas, muito raras, as deprimentes abundam. E o mais grave é que ainda não confiamos nas alternativas. Estamos atolados, vítimas daqueles discursos narcotizantes de Vítor Gaspar. Falta Política, falta combate de ideias, falta ideologia, está tudo encravado num centro sem alma. Não sei como estará Portugal amanhã.</span></p>
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		<title>CARLOS ZORRINHO</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 09:02:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[PROFETAS NA NOSSA TERRA   Portugal é um país global e uma nação rede, criativa, multicultural, habituada à diáspora e a existir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"><a href="http://www.revistafrontline.com/opiniao/carlos-zorrinho-17/attachment/zorrinho-8/" rel="attachment wp-att-9347 nofollow" class="broken_link"><img class="alignleft size-medium wp-image-9347" title="ZORRINHO" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/ZORRINHO-300x161.jpg" alt="" width="300" height="161" /></a>PROFETAS NA NOSSA TERRA</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Portugal é um país global e uma nação rede, criativa, multicultural, habituada à diáspora e a existir pujante dentro e fora do seu território. Pela nossa natureza precisamos muitas vezes de sair do nosso espaço para nos reencontrarmos nele e termos absoluta consciência da sua dimensão e potencial. Entre 15 e 20 de abril tive a grata oportunidade de acompanhar a visita de Estado do Presidente da República à Colômbia e a visita oficial ao Peru. Foram visitas com forte dimensão política, reforçadas pelo momento vivido na região com a instabilidade pós-eleitoral na Venezuela, e com uma componente empresarial de grande significado, envolvendo sete dezenas de grupos empresariais. Ao verificar com alegria a grande valorização feita nesses países do potencial e do conhecimento das nossas empresas, não pude deixar de me interrogar porque é que a maldição de não podermos ser “profetas na nossa terra” nos persegue desde sempre, com raros espaços de lucidez, em que decidimos usar o melhor de nós próprios em benefício da nossa terra e dos nossos concidadãos. Sei que muitos países desenvolvidos mantêm os seus elevados padrões de criação de riqueza através duma criteriosa gestão do seu investimento externo. Antes termos empresas portuguesas a investir determinadamente no exterior do que assistirmos a uma contaminação, para a dimensão externa, da falha anímica que tolhe toda a economia interna. A verdade, no entanto, é que no plano interno ainda não temos a massa crítica sistémica adequada para tirar todo o partido desta diáspora empresarial. É determinante que por cada euro investido lá fora, consigamos investir também pelo menos um euro cá dentro, na qualificação, no contexto e na atratividade do país para o investimento produtivo. Se as dúvidas que ainda pairam sobre o euro dificultam o investimento externo que vai para além da compra de património empresarial já existente, nada impede uma política agressiva de captação e afetação em rede dos recursos internos para que Portugal seja o espaço laboratório das soluções e dos produtos de elevado valor acrescentado que depois coloca no mercado global. Podemos e devemos ser profetas na nossa terra. Não o seremos com uma política de baixos salários, desinvestimento no capital humano e no esforço tecnológico. Se queremos ser exportadores consistentes, não podemos trabalhar com telhados sem telhas ou em terreno escorregadio, pobre e não preparado adequadamente. Só um Portugal forte pode partir e chegar a bom Porto. É o que todos queremos. Partir e regressar no seio de uma nação global, prestigiada, desenvolvida e onde se possa viver com qualidade e justiça social.</span></p>
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		<title>ISABEL MEIRELLES</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 09:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[MARGARET THATCHER: UM GÉNERO FEMININO E MUITO SINGULAR   Margaret Thatcher é uma figura controversa, mas incontornável, como todos os grandes líderes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"><a href="http://www.revistafrontline.com/opiniao/isabel-meirelles-16/attachment/isabel-6/" rel="attachment wp-att-9342 nofollow" class="broken_link"><img class="alignleft size-medium wp-image-9342" title="isabel" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/isabel-300x162.jpg" alt="" width="300" height="162" /></a>MARGARET THATCHER: UM GÉNERO FEMININO E MUITO SINGULAR</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Margaret Thatcher é uma figura controversa, mas incontornável, como todos os grandes líderes que suscitam amores e ódios, tendo ficado conhecida como Dama de Ferro através da frase usada pelo jornalista militar soviético Iuri Gavrilov, no jornal Estrela Vermelha, em janeiro de 1976. Incontornável é o facto de que em 11 anos de governação Thatcher mudou a economia do Reino Unido no sentido de uma doutrina económica neoliberal, em sintonia com Reagan, nos Estados Unidos, e que fez escola até hoje. Procedeu nos anos 80 a um vasto programa de privatizações, à liberalização do setor financeiro, tornando o aparelho do Estado mais magro e menos interventor. A indústria cedeu o lugar aos serviços e à finança, e Londres tornou-se na grande praça económica da Europa. O foco da sua política esteve em levar o país em direção a uma economia de mercado, com redução de impostos, e libertar-se de uma indústria pesada, ultrapassada e pouco rentável, acrescido de um vasto programa de privatizações de empresas públicas. Conseguiu, sobretudo, lutar contra a inflação que grassava no Reino Unido, embora haja, ainda hoje, quem considere que a atual crise que se vive é legado da política de Thatcher. Combateu fortemente os sindicatos, como os dos mineiros, conseguindo com uma pertinácia notável vergá-los às suas políticas liberais, na senda de umas das suas frases emblemáticas, de que tentar curar a doença britânica com socialismo era como tentar curar leucemia com sanguessugas. No plano externo, a sua intransigência revelou-se fundamentalmente na intervenção na Guerra das Malvinas, o que num período difícil aumentou a sua popularidade, conseguindo, na decorrência, a sua primeira reeleição, nunca tendo cedido na<span>  </span>negociação da libertação dos presos políticos, o que lhe valeu mesmo um atentado por parte do IRA. Também na cena europeia das então Comunidades, quando Jacques Delors era o presidente da Comissão, revelou uma visão puramente mercantilista do projeto europeu, tendo-se sempre recusado a avançar na senda de uma união política. <span> </span>Tendo embora concordado em assinar o Ato Único Europeu que deu origem ao mercado comum, não deixou de tirar dividendos importantes, conseguindo, designadamente, a devolução de parte da contribuição britânica para o orçamento comunitário, o famoso cheque britânico, com a célebre frase “Quero o meu dinheiro de volta!”. A Dama de Ferro marcou dois momentos cruciais, quando assumiu o cargo de primeira-ministra inglesa no ano de 1979, em plena Guerra Fria, e quando deixou o poder político britânico em 1990, já no final da Guerra Fria, após a queda do muro de Berlim. Esta única primeira-ministra britânica, até hoje, deixou com a sua forte personalidade uma impressão digital indelével, no Reino Unido, na Europa e no mundo, chegando a proclamar, como afirmação do seu carácter e da sua vincada feminilidade, que quando se concede à mulher a igualdade com o homem, ela torna-se superior a ele.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Requiescat in pace!</span></p>
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		<title>JOSÉ CARIA</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 08:58:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[A GUERRA DOS TRONOS Westeros! A mítica terra de Westeros, palco de uma epopeia épica onde sete nobres famílias lutam pelo poder [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"><a href="http://www.revistafrontline.com/opiniao/jose-caria-16/attachment/caria-12/" rel="attachment wp-att-9337 nofollow" class="broken_link"><img class="alignleft size-medium wp-image-9337" title="CARIA" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/CARIA-300x164.jpg" alt="" width="300" height="164" /></a>A GUERRA DOS TRONOS</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Westeros! A mítica terra de Westeros, palco de uma epopeia épica onde sete nobres famílias lutam pelo poder supremo materializado no trono de ferro. Ou posso chamar-lhe Lusitânia, ou até mesmo terras de Portugal. Nos Sete Reinos de Westeros, a ordem política, social e económica, de si já precária e vacilante, esvazia-se na guerra pelo poder, e as regras do jogo político são determinadas pelos mais fortes, mas que acabam por sucumbir, mesmo no seu seio, ao jogo de intriga, conspiração e conluio, numa roda de vassalos, conselheiros e cortesãs que empestam os círculos desse mesmo Poder. Da saga televisiva intitulada a Guerra dos Tronos, o decalque para a atual realidade portuguesa não é um mero exercício de devaneio imaginativo. Antes fosse, mas a complexa teia de uma história (que paradoxalmente redunda numa narrativa básica) onde o cimentar do caos constrói um alibi em que os fins acabam por justificar os meios, e as regras do jogo político ou as convenções sociais são anuladas pela cega determinação dos mais fortes em governar os destinos do seu mundo, tanto se aplica em Westeros, como os portugueses já perceberam hoje que é a realidade que lavra o seu quotidiano. Em Portugal também sete disputam o Trono de Ferro, disputam o destino do país independentemente das suas motivações e do significado próprio que cada um dá a esse trono: o Presidente da República, o Governo, a troika, o Partido Socialista, a Esquerda Política, o outro PSD e o outro PS, agora liderado por um reencarnado José Sócrates. Mas, ao contrário da saga épica, onde a distinção, embora muitas vezes ténue, entre o bem e o mal acaba por nos ancorar numa teia de personagens que vão permitindo clarificar esse caminho, o nosso quadro atual de país real mergulhou tão profundamente no caos, que passamos a viver como numa escala de cinzento, tudo o que restou de um universo sem cor. Essa cor que nos permitia fazer opções, pintar caminhos, participar, opinar, até mesmo decidir ou influenciar a decisão sobre o caminho que queríamos seguir. Na sua avidez, os sete pretensos reinantes ainda não perceberam que se algum dia chegarem ao Trono de Ferro, nada restará à sua volta senão terra queimada. Tanto em Westeros como cá. PS: Apenas uma nota curiosa – os Lannister, uma das casas nobres em disputa pelo poder em Westeros, são descritos como os grandes financiadores da Coroa, fisicamente todos louros e capazes de tudo para manter a pureza da sua linhagem, mesmo que tal implique acasalamento entre irmãos, prática mantida ancestralmente. <span> </span>Refutando as práticas, será que os traços nos fazem lembrar alguém? </span></p>
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		<title>DESEMPREGO</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 08:56:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Foco]]></category>

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		<description><![CDATA[44 MIL DESEMPREGADOS ANULADOS DAS ESTATÍSTICAS PS denunciou operação de limpeza nas estatísticas do desemprego. IEFP fala em procedimento normal e confirma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"><a href="http://www.revistafrontline.com/em-foco/9328/attachment/76509125/" rel="attachment wp-att-9329 nofollow" class="broken_link"><img class="alignleft size-medium wp-image-9329" title="76509125" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/76509125-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>44 MIL DESEMPREGADOS ANULADOS DAS ESTATÍSTICAS</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: gray;">PS denunciou operação de limpeza nas estatísticas do desemprego. IEFP fala em procedimento normal e confirma 44 mil anulações.</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Nos primeiros dois meses de 2013, o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) chamou perto de 400 mil desempregados com o argumento de atualizar as bases de dados da entidade, bem como atribuir um gestor de carreira a alguns dos beneficiários. Com aquilo a que a oposição e os sindicatos apelidaram de “operação de limpeza” para fazer baixar as estatísticas do desemprego, saíram dos ficheiros do instituto mais de 44 mil pessoas, só no mês de fevereiro, um pouco mais do que aquelas que saíram dos registos no mês homólogo de 2012 (43 mil pessoas), mas um pouco menos do que no mesmo mês de 2011, quando saíram 48 mil pessoas da base de dados do IEFP, o que levou a críticas feitas na altura, sobretudo pela CGTP-IN. Os dados constam de uma resposta enviada pelo IEFP, através do Ministério da Economia e do Ministério da Segurança Social, à Assembleia da República, após uma pergunta feita pelo grupo parlamentar do PS. Na missiva, os deputados socialistas Nuno Sá e Sónia Fertuzinhos diziam que as convocatórias que estavam a ser levadas a cabo mais não eram do que “um embuste”, uma vez que na realidade nenhuma proposta de trabalho ou formação era apresentada ao desempregado que se dirigia ao centro de emprego. O suficiente para acusarem o Governo de Passos Coelho de estar a desenvolver uma ação que tinha como único objetivo “excluir das bases de dados de desempregados os cidadãos convocados que não comparecem”. Isto porque, quando as pessoas se dirigiam aos centros de emprego ou respondiam via postal, “nenhuma resposta é apresentada, nem se verifica qualquer atualização de dados”, denunciava o PS. Mas o IEFP rejeita a acusação e responde que a convocação não passou de um procedimento normal de controlo mensal, feito via postal ou presencial, que permite “garantir a atualização permanente do ficheiro”. Dizem mesmo que é a forma que o instituto tem de poder fazer melhor a correspondência entre a oferta de emprego e a procura.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Visita duvidosa<a href="http://www.revistafrontline.com/em-foco/9328/attachment/sb10068402aj-001/" rel="attachment wp-att-9330 nofollow" class="broken_link"><img class="alignright size-medium wp-image-9330" title="sb10068402aj-001" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/sb10068402aj-001-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Os socialistas tinham também perguntado de quem teria partido a orientação dada aos centros de emprego para realizarem uma “mega-operação” de convocação de desempregados e quanto custou ao erário público o “envio maciço” de convocatórias. No preâmbulo da pergunta escrita dirigida aos ministros Pedro Mota Soares e Álvaro Santos Pereira, os deputados citavam relatos de casos “em que as convocatórias expedidas pelos centros de emprego chegam aos seus destinatários já após a data em que estes deveriam ter-se apresentado, sendo assim anulada a sua inscrição para efeitos de emprego”.</span></p>
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		<title>VISITA PRESIDENCIAL</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 08:50:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Em Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[ESTREITAR RELAÇÕES   O Presidente da República realizou uma viagem à Colômbia e ao Peru, com o objetivo de dar a conhecer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"><a href="http://www.revistafrontline.com/em-destaque/visita-presidencial/attachment/visita/" rel="attachment wp-att-9323 nofollow" class="broken_link"><img class="alignleft size-medium wp-image-9323" title="VISITA" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/VISITA-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>ESTREITAR RELAÇÕES</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: gray;">O Presidente da República realizou uma viagem à Colômbia e ao Peru, com o objetivo de dar a conhecer a cultura portuguesa além-fronteiras. Em cima da mesa estiveram outras questões, nomeadamente a economia.</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: gray;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">O Presidente da República, Cavaco Silva, viajou para a Colômbia, a convite do seu homólogo, Juan Manuel Santos. A comitiva oficial que o acompanhou era composta por 20 pessoas, nomeadamente o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, e o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier. Todos os grupos parlamentares se fizeram representar ao mais alto nível, exceto o Bloco de Esquerda. O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, juntou-se depois à comitiva. A delegação empresarial reuniu cerca de 40 empresários, de áreas tão diversas como construção civil, banca, hotelaria, energia ou transportes. Entre eles, estavam responsáveis do Banco Espírito Santo, da CIFIAL, da EFACEC, da Douro Azul, da Galp, da Jerónimo Martins, do grupo Mota-Engil, do grupo Pestana, da Vista Alegre, do Porto de Sines, da REFER e outras entidades. Para Cavaco Silva esta foi uma viagem para “trabalhar” e ajudar os empresários portugueses a entrar num mercado com grande potencial de crescimento. Antes de partir, confessou estar “muito confiante” nos resultados da visita: “Portugal está na moda, neste país”, disse o Presidente durante a longa viagem de avião em direção a Bogotá. Para além da componente política e económica, a agenda presidencial compreendia um forte foco empresarial e cultural. Fixando o aprofundamento das relações económicas e comerciais entre Portugal e a Colômbia como o principal objetivo da sua visita, Cavaco Silva frisou que, “face às perspetivas de fraco crescimento económico em toda a União Europeia, Portugal precisa de conquistar novos mercados para as suas exportações”. O Presidente da República participou numa série de encontros políticos ao mais alto nível, e marcou presença na inauguração da Feira do Livro, onde Portugal foi país convidado de honra. No pavilhão português, estiveram alguns escritores de língua portuguesa.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: maroon;">Detalhes da visita<a href="http://www.revistafrontline.com/em-destaque/visita-presidencial/attachment/visita1/" rel="attachment wp-att-9324 nofollow" class="broken_link"><img class="alignright size-medium wp-image-9324" title="VISITA1" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/VISITA1-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Aguardado à chegada pela ministra dos Negócios Estrangeiros colombiana, Maria Angela Holguin, Cavaco Silva atravessou alas de cortesia constituídas por soldados, ao som de uma marcha executada por uma banda militar. Recebido com honras militares no palácio presidencial de Bogotá, a Casa de Nariño, manteve depois um encontro restrito com o seu homólogo, que mais tarde foi alargado às delegações dos dois países. Juan Manuel Santos ofereceu um almoço de Estado em honra do Presidente e da primeira-dama, Maria Cavaco Silva. Antes, o chefe de Estado português prestou homenagem a Simón Bolívar, o herói libertador sul-americano que fundou e presidiu, no século XIX, à Grã-Colômbia, a primeira união de estados independentes da América Latina, depositando uma coroa de flores no monumento erigido em sua memória. (&#8230;)</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>AIR FRANCE</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 08:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Grande Angular]]></category>

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		<description><![CDATA[AF1924 UM VOO COM HISTÓRIA   Um voo da Air France com destino a Lisboa falha duas vezes a aterragem e leva [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"><a href="http://www.revistafrontline.com/grande-angular/air-france/attachment/airfrance_a320-200_f-gfky_arp/" rel="attachment wp-att-9317 nofollow" class="broken_link"><img class="alignleft size-medium wp-image-9317" title="Airfrance_a320-200_f-gfky_arp" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/Airfrance_a320-200_f-gfky_arp-300x184.jpg" alt="" width="300" height="184" /></a>AF1924 UM VOO COM HISTÓRIA</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: gray;">Um voo da Air France com destino a Lisboa falha duas vezes a aterragem e leva eurodeputado Mário David a questionar a companhia sobre operações de treino a pilotos chineses</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: gray;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Dia 19 de março de 2013. O eurodeputado Mário David embarca, em Paris, num voo da Air France com destino a Lisboa, como tem feito centenas de vezes nos últimos anos. Um “voo tranquilo e sem história” até ao momento em que se inicia a aproximação ao Aeroporto da Portela. “Sem qualquer abanão, tudo normal, batemos com as rodas no chão com toda a força e voltámos a levantar”, como assume Mário David à FRONTLINE. Os passageiros endireitam-se nervosamente nas cadeiras e levantam o sobrolho em sinal de preocupação. “Pedimos desculpa, mas um golpe de vento fez-me abortar a aterragem”, anuncia o comandante. Tranquilamente, passados quinze minutos, o avião faz-se novamente à pista, sem sinais de qualquer trepidação, “e desta vez, nem sequer batemos com as rodas no chão…”, conta Mário David. Ouvem-se alguns gritos e “há gente que entra em pânico”. O comandante volta a dizer que “o vento está muito traiçoeiro”, mas que está convencido que dessa vez conseguirá aterrar. “E assim foi, sem qualquer trepidação”, diz o eurodeputado. Tudo seria normal, até porque a operação de “borregar” – o termo técnico utilizado para as aterragens abortadas – acontece algumas vezes devido a fatores externos, como o vento, não fosse Mário David ter olhado para a ficha de voo afixada à saída do avião e percebido que, naquele dia, o voo da Air France trazia a bordo um comandante e três copilotos, dois dos quais “chineses”.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: maroon;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: maroon;">Dúvidas no ar<a href="http://www.revistafrontline.com/grande-angular/air-france/attachment/gxuczuyhhrsvotjwsupl/" rel="attachment wp-att-9318 nofollow" class="broken_link"><img class="alignright size-medium wp-image-9318" title="gxuCZUyHhRsvoTjWsuPl" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/gxuCZUyHhRsvoTjWsuPl-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Intrigado, questiona a chefe de cabina sobre esse facto e é surpreendido por uma atitude “estranha”: “arranca o papel da parede e diz que eu não tenho autorização para o ler”. Uma reação que o fez pensar “que algo não batia certo”. E não descansou enquanto não tentou esclarecer o que se teria passado: “Fiz meia dúzia de telefonemas para saber se outros aviões tinham borregado àquela hora em Lisboa. Recebo uma resposta negativa e informação da torre de controlo de que o vento estava a 350 graus, logo no enfiamento da pista, e com velocidade de 10 nós.” Condições ideais, “o que contraria a comunicação do comandante do voo de que se sentia desconfortável com o vento que estava a aparecer”. (&#8230;)</span></p>
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		<title>GRANT’S TRUE TALES</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 08:40:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>

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		<description><![CDATA[A NOSSA HISTÓRIA Abrangendo cinco gerações de personalidades carismáticas, a Grant’s é uma marca com uma história rica para contar. As histórias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"><a href="http://www.revistafrontline.com/especial/grants-true-tales/attachment/dsc_0623/" rel="attachment wp-att-9311 nofollow" class="broken_link"><img class="alignleft size-medium wp-image-9311" title="DSC_0623" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0623-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>A NOSSA HISTÓRIA</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;">
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: gray;">Abrangendo cinco gerações de personalidades carismáticas, a Grant’s é uma marca com uma história rica para contar. As histórias enriquecem as nossas vidas, levando-nos a viajar. Foi por isso que a Grant’s criou o True Tales, uma série de eventos que permitem partilhar histórias especiais.</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Não há dúvida de que cada pessoa tem uma história para contar, nascida da sua própria experiência de vida. Também sabemos que toda a gente gosta de uma boa história. Por tudo isto, os eventos True Tales juntam ingredientes simples mas poderosos: grandes contadores de histórias, fascinantes histórias reais e, claro, whisky Grant’s. Para esta segunda edição do Grant’s True Tales, que decorreu entre os dias 11 e 13 de abril, no Cinema São Jorge, em Lisboa, o cartaz era realmente tentador. Na primeira noite, nomes de diferentes gerações, como Herman José, Ana Bacalhau, Anabela Moreira, Valter Hugo Mãe e Carlos do Carmo, partilharam com o público presente as suas histórias e as suas vidas. Na segunda noite, que foi dedicada a Música e Histórias, o cartaz foi composto por Rui Reininho (que convidou Balla – Armando Teixeira) e Rui Veloso (que convidou JP Simões). No dia 13 de abril foi a vez de Nuno Markl, Inês Medeiros, Nuno Duarte (Jel), José Luís Peixoto e Sandra Barata Belo contarem o seu True Tale, a sua história verdadeira.<a href="http://www.revistafrontline.com/especial/grants-true-tales/attachment/dsc_1244/" rel="attachment wp-att-9312 nofollow" class="broken_link"><img class="alignright size-medium wp-image-9312" title="DSC_1244" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_1244-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a> Nesta última noite, decorreu a sessão “Histórias de Vida”, em que a jornalista Clara Ferreira Alves entrevistou Miguel Esteves Cardoso, um momento único na partilha de histórias da vida do aclamado escritor que tão raramente aparece ao público. A componente solidária da Grant’s continuou presente nesta 2.ª edição, com parte das receitas de bilheteira a serem doadas, pelo segundo ano consecutivo, à Apoiarte – Casa do Artista, pelo trabalho que realiza na formação de novos profissionais artísticos, a promover e dignificar os que estão na atividade e a proteger os que terminam a carreira. O anfitrião e apresentador deste ano, Joaquim de Almeida, confessa que “adora ouvir e contar histórias”, pois é nesses momentos que “viajamos mais”, conclui. (&#8230;)</span></p>
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		<title>VODAFONE</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 08:32:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresa]]></category>

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		<description><![CDATA[VODAFONE RED A Vodafone Portugal lançou recentemente uma oferta abrangente e flexível de telecomunicações móveis e fixas, personalizável, consoante as necessidades de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;" lang="EN-GB"><a href="http://www.revistafrontline.com/empresa/vodafone-5/attachment/vodafone-5/" rel="attachment wp-att-9305 nofollow" class="broken_link"><img class="alignleft size-medium wp-image-9305" title="VODAFONE" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/VODAFONE-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a>VODAFONE RED</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: gray;" lang="EN-GB">A Vodafone Portugal lançou recentemente uma oferta abrangente e flexível de telecomunicações móveis e fixas, personalizável, consoante as necessidades de cada cliente, que permite total controlo de custos e utilização despreocupada dos serviços da Vodafone. </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;" lang="EN-GB"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: windowtext; letter-spacing: 0.5pt;">O</span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; letter-spacing: 0.1pt;"> Vodafone Red é uma oferta diferenciadora face a todas as outras existentes no mercado português. Este tipo de oferta já existe há algum tempo no Grupo Vodafone, mas a sua aplicabilidade ao mercado português, bem como as suas características, foi decidida localmente, de acordo com a estratégia da Vodafone Portugal. </span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Um dos aspetos diferenciadores é a flexibilidade proporcionada pelo Vodafone Red. Ao contrário de outras ofertas disponíveis no mercado, o Vodafone Red permite ao cliente compor o seu próprio “cabaz” de serviços, móveis ou fixos, de acordo com as suas necessidades. Em simultâneo, o Vodafone Red integra os clientes Vodafone Extreme e Yorn (Extravaganza, W e Study), formando a maior comunidade nacional a falar a custo zero. Esta é uma vantagem particularmente relevante, tendo em conta que a Vodafone lidera o segmento jovem em Portugal, com mais de 63% de quota de mercado. Todos estes clientes passam a poder falar a custo zero com os utilizadores dos planos Vodafone Red.Entre os serviços gratuitos disponíveis nesta nova oferta, os clientes Vodafone Red poderão ainda utilizar as comunicações incluídas no seu tarifário quando se encontram em <em>roaming</em>, assim como ter acesso gratuito aos serviços Vodafone Protect e Vodafone Cloud, podendo ainda adquirir os melhores <em>smartphones</em> com descontos exclusivos.O Vodafone Red é dirigido também a clientes empresariais, que poderão ter acesso às variantes Pro e Opção Escritório. A oferta para empresas caracteriza-se </span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">pelo mesmo grau de flexibilidade do Vodafone Red para particulares e permite ainda que cada cliente associe ao telemóvel, sem custos extra, um número fixo para atender chamadas em mobilidade, dispondo de gestão de chamadas nos dois números (fixo e móvel) através da funcionalidade Vodafone One Net.</span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: windowtext;"><a href="http://www.revistafrontline.com/empresa/vodafone-5/attachment/vodafone1/" rel="attachment wp-att-9306 nofollow" class="broken_link"><img class="alignright size-medium wp-image-9306" title="VODAFONE1" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/VODAFONE1-300x194.jpg" alt="" width="300" height="194" /></a>Os clientes Vodafone Red Pro podem também ativar a Opção Escritório, que adiciona o acesso à Internet no escritório, um número corporativo para a empresa e um número de fax. Desta forma, as empresas com a oferta Vodafone Red que adicionem a Opção Escritório passarão a dispor, nos números fixos e móveis, de funcionalidades avançadas próprias de centrais telefónicas.Além das comunicações nacionais gratuitas (chamadas e SMS) e do acesso à Internet no telemóvel, o Vodafone Red Pro inclui também chamadas internacionais e em <em>roaming</em> sem custos.<span style="letter-spacing: -0.2pt;">Com o lançamento do Vodafone Red, a Vodafone pretende responder às necessidades dos clientes que procuram uma oferta abrangente e flexível de telecomunicações, que permita agregar os serviços móveis e fixos à medida e utilizá-los sem nenhuma preocupação de custos adicionais.</span></span></p>
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		<title>CLAUDIA FIALHO</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 08:24:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[HOTELARIA]]></category>

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		<description><![CDATA[“O COPACABANA PALACE É O HOTEL DA MINHA VIDA”   A história do Copacabana Palace confunde-se facilmente com a de Claudia Fialho. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"><a href="http://www.revistafrontline.com/hotelaria/claudia-fialho/attachment/60-anos-do-colagio-santa-marcelina/" rel="attachment wp-att-9298 nofollow" class="broken_link"><img class="alignleft size-medium wp-image-9298" title="60 anos do ColÃ©gio Santa Marcelina" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/ABERTURA_MG_8197-Claudia-Fialho-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>“O COPACABANA PALACE É O HOTEL DA MINHA VIDA”</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: gray;">A história do Copacabana Palace confunde-se facilmente com a de Claudia Fialho. Com uma vida recheada de episódios marcantes, a relações públicas afirma que o Copacabana Palace é o hotel da sua vida.</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Quando o Copacabana Palace foi comprado à família Guinle, que o fundou, o hotel estava em péssimas condições, tanto em termos físicos como a nível de gestão. A sua importância no panorama hoteleiro nacional e internacional era, e continua a ser, imensa, mas o hotel estava seriamente comprometido no ano de 1989, altura em que foi adquirido pelo grupo Orient-Express. Nesse mesmo ano, Philip Carruthers iniciou um processo de revitalização “com muita dedicação e competência”, revela Claudia Fialho. A relações públicas iniciou as suas funções em 1990 e afirma que “foi um grande desafio”, uma vez que estava a substituir “o maior relações públicas da hotelaria brasileira, Oscar Ornstein”. Claudia Fialho tentou então “restaurar a imagem histórica do Copa”, enquanto se avançava com uma remodelação para o dotar das melhores instalações possíveis. Inaugurado em 1923, o Copa – como é carinhosamente chamado pelos seus colaboradores, hóspedes e amigos – foi apresentado à imprensa internacional dez anos depois, no filme Flying Down to Rio, em que Fred Astaire e Ginger Rogers dançaram juntos pela primeira vez, formando uma das duplas mais encantadoras do mundo do cinema. Pelas suas características, o hotel começou a ser escolhido por vários artistas que fizeram dele o seu ponto de referência. Destaque para nomes como Maurice Chevalier, Nat King Cole, Edith Piaf, Charles Aznavour, Amália Rodrigues e a grande Marlene Dietrich. Claudia Fialho recorda também que Walt Disney criou o personagem Zé Carioca numa das suas estadas no Copa.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: maroon;">Hóspedes especiais<a href="http://www.revistafrontline.com/hotelaria/claudia-fialho/attachment/1992-eco-92-fidel-castro-e-claudia-fialho-no-copacabana-palace/" rel="attachment wp-att-9299 nofollow" class="broken_link"><img class="alignright size-medium wp-image-9299" title="1992 Eco 92 Fidel Castro e Claudia Fialho no Copacabana Palace" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/1992-Eco-92-Fidel-Castro-e-Claudia-Fialho-no-Copacabana-Palace-300x192.jpg" alt="" width="300" height="192" /></a></span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Se as paredes do Copacabana Palace pudessem falar, contariam histórias fantásticas, mas disso é testemunha a imensa galeria de fotos de hóspedes ilustres, que é uma das grandes atrações da unidade. Orson Welles, Rita Hayworth, Arturo Toscanini, Zubin Mehta, Rolling Stones, Mary Pickford, Richard Gere, os príncipes Carlos e Diana, Carmen Miranda, Vaclav Havel, Nelson Mandela, Ava Gardner, Ernest Borgnine, John Wayne, Tom Cruise, Vargas Llosa, Saramago, Bill Clinton, Anthony Hopkins, Sting e Bono Vox são alguns dos nomes que compõem a vasta lista de ilustres. Um dos momentos mais marcantes para Claudia Fialho, enquanto relações públicas, foi a Eco 92, quando o hotel recebeu 17 chefes de delegação, sendo que 15 eram figuras de Estado. “John Major, da Grã-Bretanha, e Li Peng, da China, ocuparam as suítes presidenciais, no prédio principal e no anexo, respetivamente, mas outras suítes foram igualmente transformadas em presidenciais para acomodar as demais personalidades. No primeiro andar do prédio principal ficou o príncipe herdeiro de Marrocos, hoje rei Mohammed VI, recorda. Para garantir a segurança de todas as personalidades hospedadas no Copa, foi montado um poderoso esquema de segurança e as entradas e saídas estavam limitadas. O primeiro-ministro da República Popular da China, Li Peng, ofereceu um jantar no Salão Rio de Janeiro aos dignitários de todos os países comunistas presentes na conferência ambiental, e Claudia Fialho teve o privilégio de receber pessoalmente alguns dos convidados. “O convidado que causou maior impacto foi Fidel Castro, que tinha um esquema de segurança muito rígido, mas que foi extremamente simpático e cordial”, conclui. A princesa Diana da Grã-Bretanha e o presidente eleito Nelson Mandela foram outras das personalidades que marcaram para sempre a vida de Claudia Fialho, uma vez que, tal como afirma, lhe ensinaram “o verdadeiro sentido da palavra carisma”.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: maroon;"><a href="http://www.revistafrontline.com/hotelaria/claudia-fialho/attachment/1997-janeiro-cf-e-pierce-brosnan/" rel="attachment wp-att-9300 nofollow" class="broken_link"><img class="alignleft size-medium wp-image-9300" title="1997 janeiro CF e Pierce Brosnan" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/1997-janeiro-CF-e-Pierce-Brosnan-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Uma nova etapa</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">A unidade tem um rico acervo que necessita ser organizado adequadamente e que conta a história dos seus 90 anos com riqueza de detalhes e curiosidades muito interessantes. Quando o livro sobre o Copacabana Palace foi elaborado pelo jornalista Ricardo Boechat, foi feita uma extensa pesquisa que resultou na “descoberta de histórias curiosas e verdadeiras revelações sobre a história do Brasil”. Foi graças a este livro que o Brasil ficou a saber, por exemplo, que o Presidente da República Wahington Luiz havia levado um tiro da sua amante neste hotel. “A versão oficial era que o Presidente havia sido operado de emergência com uma apendicite”, sublinha Claudia Fialho. Com o Copa a completar 90 anos, a Orient-Express decidiu organizar estas memórias, que certamente servirão para traçar o futuro deste hotel icónico. Após a reforma que terminou em 2012, que consistiu na ampliação do lobby e na renovação de alguns dos quartos, “o hotel encontra-se preparado para os próximos anos”, assegura Claudia Fialho. O projeto de construção do teatro já está pronto e dentro de aproximadamente dois anos o Rio de Janeiro poderá ter de volta um dos mais emblemáticos teatros brasileiros. Claudia Fialho, que até agora tem desempenhado as funções de relações públicas, vai iniciar uma nova etapa da sua vida no Copacabana Palace. Para além de ser responsável pela recuperação do teatro, tem ainda uma outra responsabilidade, a de elaborar um livro que dê a conhecer a história do Teatro Copacabana. “Vou dedicar-me a dois projetos que me fascinam e que seriam impossíveis de realizar com desenvoltura nas funções tenho exercido até ao momento”, conclui. </span></p>
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		<title>EDPCOOLJAZZ</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 08:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>

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		<description><![CDATA[UNIDOS PELA MÚSICA Realizado em cenários idílicos e naturais, ao longo do mês de julho, o edpcooljazz, que vai já na sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"><a href="http://www.revistafrontline.com/especial/edpcooljazz-2/attachment/edp/" rel="attachment wp-att-9293 nofollow" class="broken_link"><img class="alignright size-medium wp-image-9293" title="EDP" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/EDP-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>UNIDOS PELA MÚSICA </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: gray;">Realizado em cenários idílicos e naturais, ao longo do mês de julho, o edpcooljazz, que vai já na sua 10.ª edição, é um evento musical de referência. Numa fusão clara entre a natureza, o património e a música, este é um festival que não vai querer perder.</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: gray;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Lançado pela primeira vez em 2004, com o objetivo de oferecer um evento turístico e cultural distinto a todos os amantes de música de gosto eclético, o edpcooljazz apresenta sempre uma forte componente cool, que, de resto, lhe dá o nome. Apostando em artistas consagrados, mas dando também a conhecer novas referências, nacionais e internacionais, este evento contou já com nomes como Sting, Seal, Barbara Hendricks, Roy Ayers, Buddy Guy, Mariza, Caetano Veloso, Jamie Cullum, Maria Bethânia, Norah Jones, Gotan Project, Thievery Corporation, Buena Vista Social Club, Horace Andy, entre muitos outros, num total de 94 concertos. Em termos de cenários, e desde que foi criado, o evento tem sido implementado entre os concelhos de Cascais, Oeiras, Mafra e Sintra, com os concertos a decorrer em jardins, parques e salas de prestígio. Ao longo dos anos, o festival já recebeu mais de 220 mil pessoas que, num ambiente intimista, perto dos palcos, e sem o aglomerado das grandes multidões, puderam assistir a espetáculos individuais numa junção única entre música cool, história, natureza e verão. É este o verdadeiro conceito do edpcooljazz, Cool Energy. A EDP está presente neste evento, desde 2009, e em 2012 foi pela primeira vez naming sponsor. Esta foi uma aposta vencedora que terá continuidade em 2013, ano em que a marca dá novamente nome ao festival, reforçando o seu posicionamento cada vez mais forte na área da música. Também a Câmara Municipal de Oeiras desde cedo que se associou a este evento, sendo hoje a grande anfitriã ao ceder os seus espaços nobres para a realização do mesmo. (&#8230;)</span></p>
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		<title>MARIAS</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 08:16:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Magazine]]></category>

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		<description><![CDATA[MODA UMA VERDADEIRA PAIXÃO Encarando a moda como uma verdadeira paixão, São de Almeida, proprietária da loja Marias, em Lisboa, acredita que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"><a href="http://www.revistafrontline.com/magazine/marias/attachment/abertura_marias-3906/" rel="attachment wp-att-9586 nofollow" class="broken_link"><img class="alignleft size-medium wp-image-9586" title="abertura_Marias 3906" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/abertura_Marias-3906-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>MODA UMA VERDADEIRA PAIXÃO</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: gray;">Encarando a moda como uma verdadeira paixão, São de Almeida, proprietária da loja Marias, em Lisboa, acredita que uma mulher tem de se vestir sempre de forma verdadeiramente glamorosa. Das peças clássicas às mais arrojadas, nesta boutique requintada é fácil ficar sem se saber o que escolher.</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: gray;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: #867398;" lang="EN-US">P</span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">ronta para responder a qualquer necessidade da mulher em termos de guarda-roupa e acessórios, a loja Marias, situada na Rua de São Nicolau, em Lisboa, procura incutir na mulher <em>glamour</em> e feminilidade. A mentora deste projeto já com 21 anos de existência é São de Almeida, uma empresária para quem a moda é “essencialmente uma paixão”. Com um sentido estético muito apurado e apreciando “tudo o que é belo, bonito, harmonioso”, a empresária reconhece que fazia falta em Portugal uma loja como a Marias: “A mulher portuguesa estava a precisar de uma loja onde pudesse encontrar propostas para todos os momentos”, afirma. Relativamente à opção que fez há mais de 20 anos, São de Almeida revela, com alegria e muita satisfação, que se sente “realizada profissional e pessoalmente”. Em termos de público-alvo, a <em>boutique</em> recebe principalmente mulheres executivas atualizadas, que gostam de “estar na moda sem serem exuberantes”, sendo de referir que são muitas as caras conhecidas que escolhem a loja Marias quando têm um evento especial. Destaque para nomes como Cinha Jardim, Sara Barradas, Sara Matos, Fernanda Dias, Tânia Ribas de Oliveira, Raquel Loureiro, Ana Catarina, entre muitas outras personalidades bem conhecidas de todos.</span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: #867398;">Visão de vanguarda<a href="http://www.revistafrontline.com/magazine/marias/attachment/marias-3807/" rel="attachment wp-att-9544 nofollow" class="broken_link"><img class="alignright size-medium wp-image-9544" title="Marias 3807" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/Marias-3807-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; letter-spacing: 0.2pt;">Procurando estar sempre a par das tendências mais modernas, a empresária revela que as peças de roupa e acessórios em que aposta vão ao encontro das exigências das novas gerações. Assim, qualquer que seja o momento – um jantar, uma festa de gala, um batizado, um casamento ou mesmo uma reunião –, a verdade é que existe sempre uma roupa pensada para o efeito. </span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; letter-spacing: -0.1pt;">De entre as peças mais procuradas, São de Almeida destaca a roupa de <em>toilette</em>, talvez porque seja a mais glamorosa. </span><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;">Abordada como um fenómeno sociocultural, a moda expressa os valores de uma sociedade num determinado momento, revelando os usos, hábitos e costumes que a definem e a distinguem de outras sociedades. Talvez por isto seja tão importante para todos, mas muito em especial para as mulheres, seguirem sempre as tendências. Sem nunca esquecer esta máxima, a loja Marias é certamente um lugar a visitar. Boas compras.</span></p>
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		<title>MSC PREZIOSA</title>
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		<pubDate>Wed, 08 May 2013 08:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Vicente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dossier]]></category>

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		<description><![CDATA[A NOVA ESTRELA DA COMPANHIA   O MSC Preziosa é o 12.º navio da frota MSC Cruzeiros e o 4.º da classe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNoSpacing" style="line-height: 150%; text-align: center;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"><a href="http://www.revistafrontline.com/dossier/msc-preziosa/attachment/msc1317147_event_christening/" rel="attachment wp-att-9280 nofollow" class="broken_link"><img class="alignleft size-medium wp-image-9280" title="MSC1317147_Event_Christening" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/MSC1317147_Event_Christening-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a>A NOVA ESTRELA DA COMPANHIA</span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: gray;">O MSC Preziosa é o 12.º navio da frota MSC Cruzeiros e o 4.º da classe Fantasia. A última joia da frota da MSC cruzeiros</span></strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: gray;"> <strong>foi batizada em Génova, numa cerimónia inesquecível, e teve como madrinha Sophia Loren.</strong></span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: black;">Génova foi o local escolhido para a cerimónia de batismo do MSC Preziosa, que teve Sophia Loren como madrinha. Este glamoroso evento contemplou um jantar preparado pela equipa e pelos chefs da Eataly, bem como entretenimento de topo com artistas italianos e internacionais, na companhia de celebridades, convidados especiais, imprensa, autoridades e os gestores de topo da MSC Cruzeiros. Os convidados desfrutaram do primeiro contacto com a mais recente joia da MSC, naquela que foi a sua apresentação oficial ao mundo. De modo a garantir que os moradores de Génova não perdessem o brilho e o glamour das celebrações da noite, a MSC Cruzeiros organizou também um show de lasers que foi projetado a partir de La Lanterna, o famoso farol de Génova. Os comediantes italianos Ale e Franz, juntamente com a comediante Katia Follesa, subiram ao palco em Porto Antico, para entreter a multidão e narrar a cerimónia de batismo que se desenrolava nos ecrãs gigantes. </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: black;"> </span></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><strong><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: black;">Uma noite memorável<a href="http://www.revistafrontline.com/dossier/msc-preziosa/attachment/msc1317124_event_christening/" rel="attachment wp-att-9281 nofollow" class="broken_link"><img class="alignright size-medium wp-image-9281" title="MSC1317124_Event_Christening" src="http://www.revistafrontline.com/wp-content/uploads/2013/05/MSC1317124_Event_Christening-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></span></strong></p>
<p class="MsoNoSpacing" style="text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-size: 11pt; line-height: 150%; font-family: Arial; color: black;">O batismo em si teve a participação de vários artistas internacionais, incluindo o cantor italiano Gino Paoli, que interpretou uma seleção dos seus sucessos, e o maestro Ennio Morricone, que conduziu uma orquestra de 55 elementos. O famoso bailarino Roberto Bolle participou como embaixador da Boa Vontade da UNICEF, apoiando a iniciativa da MSC Cruzeiros e da UNICEF, “Get on Board for Children”, que já angariou mais de 2 milhões de euros para crianças carenciadas no Brasil. Bolle foi recebido em palco pelo Genoa Russian Ballet College, para uma atuação de Romeu e Julieta, dirigido por Irina Kashkova. Durante o evento, o MSC Preziosa foi também a estrela de um original flash mob que envolveu os hóspedes a bordo dos MSC Splendida e MSC Opera, que nessa mesma noite partiam de Génova para os seus itinerários regulares. Num total de mais de 10 mil pessoas, os três navios participaram numa atividade em movimento, simples e divertida, que envolveu jogos de luz e som. (&#8230;)</span></p>
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